Carta aberta a quem
perdeu um ente querido
Escrita por: Ana Claudia Quintana Arantes
Querida gente boa,

Se você está lendo isso, é porque alguém que morava dentro do seu peito partiu, e agora existe um espaço que você não sabe como preencher.

Imagine, por um momento, como seria a sua vida se você não sentisse mais dor.

Você abre os olhos logo de manhã, totalmente descansado(a), porque a dor não te fez ficar acordado(a) à noite toda sofrendo.

Você se levanta, vai para a cozinha, prepara o café.

De repente vem uma lembrança da pessoa querida que se foi.

O jeito que ela ria, o cheiro que ficava quando ela passava, a voz que você ainda escuta às vezes no meio do silêncio…

E aí vem o nó na garganta.

Só que, desta vez, imagine que você consegue atravessar o dia.

Não sem dor, porque a dor vai estar lá, mas sem desmoronar.

Eu sei que isso pode parecer muito distante de onde você está agora.

Quando a dor é profunda, qualquer fala sobre leveza parece um desrespeito com o que você está vivendo.

Mas existe um caminho para chegar lá.

E nesta carta, eu vou te mostrar esse caminho…
Consegue trabalhar sem aquela sensação de estar vivendo no automático.

Consegue finalmente rir com os olhos, não apenas forçar um sorriso para as pessoas.

A saudade não foi embora, mas ela mudou de lugar dentro de você.

Antes ela te puxava para baixo, e agora ela te impulsiona para frente.

Ela virou uma companhia silenciosa, aquela que senta do seu lado em certos momentos, mas que não te engole mais.

Você consegue estar presente para seus filhos de novo.
Mas antes, preciso te contar
o que esse caminho não é…
Não é sobre superação.

Não é sobre terapia que medicaliza a tristeza e te pede para tomar algo para seguir em frente.

Não é sobre procurar um hobby para “ocupar a mente”.

E, definitivamente, não é sobre ser forte.

A nossa cultura é uma cultura imatura que não sabe lidar com o sofrimento das outras pessoas.

Uma cultura voltada para silenciar o que não precisa ser silenciado, só precisa ser sentido.

Quando você tem uma dor muito intensa e ela não é reconhecida como legítima, isso aprofunda a experiência de dor.


A desvalorização da dor fortalece a perenidade dela.

E aí ela fica, e fica, e fica…

Você fica preso(a) num dia que não acaba, enquanto o mundo ao redor segue em frente.

Eu entendo porque passei exatamente por isso…
Eu sei que isso pode parecer muito distante de onde você está agora.

Quando a dor é profunda, qualquer fala sobre leveza parece um desrespeito com o que você está vivendo.

Mas existe um caminho para chegar lá.

E nesta carta, eu vou te mostrar esse caminho…
A saudade para de ser o que te puxa para baixo e começa a se transformar em serenidade.

Se a gente sofre é porque a gente foi feliz com essa pessoa.

E voltar a sentir alegria não é trair quem você perdeu. É a maior homenagem que você pode prestar a ela.

Se você perdeu alguém que amava e ainda carrega esse peso no peito sem saber como atravessar...

Se você acorda toda madrugada e a dor aparece antes mesmo de você estar totalmente acordado(a)...

Se você sente culpa toda vez que ri, se tem medo das datas que se aproximam no calendário, se ouviu "seja forte" tantas vezes que não aguenta mais fingir que está tudo bem...

Então essa carta foi escrita para você.
Sou médica especialista em luto há mais de 30 anos.

Conhecia cada teoria, cada protocolo, cada estudo…

E quando perdi meu pai, nada disso me preparou para a dor visceral de acordar e perceber que ele não estava mais ali.

Eu, que ensinava as pessoas a atravessarem o luto.

Mas em certo momento, percebi que estava lutando contra a dor, em vez de atravessá-la.

Estava tentando superar porque era isso que todos esperavam de mim.

Mas a dor não era minha inimiga. Era o meu amor que continuava vivo, sem saber para onde ir.

Você não perde a pessoa que você ama todos os dias. Você perdeu uma vez.

E sabe o que eu descobri depois de mais de 30 anos sentada do lado de pessoas em luto?

Que a morte tira a pessoa do tempo concreto, do mundo onde você podia vê-la, tocá-la, ligar para ela…
Mas antes, preciso te contar
o que esse caminho não é…
Não é sobre superação.

Não é sobre terapia que medicaliza a tristeza e te pede para tomar algo para seguir em frente.

Não é sobre procurar um hobby para “ocupar a mente”.

E, definitivamente, não é sobre ser forte.

A nossa cultura é uma cultura imatura que não sabe lidar com o sofrimento das outras pessoas.

Uma cultura voltada para silenciar o que não precisa ser silenciado, só precisa ser sentido.

Quando você tem uma dor muito intensa e ela não é reconhecida como legítima, isso aprofunda a experiência de dor.


A desvalorização da dor fortalece a perenidade dela.

E aí ela fica, e fica, e fica…

Você fica preso(a) num dia que não acaba, enquanto o mundo ao redor segue em frente.

Eu entendo porque passei exatamente por isso…
Mas ela não tira a pessoa do seu tempo interior, do mundo da memória e do significado.

O amor daquela relação não desaparece.

A experiência vivida não sai da sua vida.

Você não perde o amor que viveu porque a pessoa que você amava morreu.

E quando você entende isso, a dor não some, mas ela muda de lugar dentro de você.
Mas nem tudo nessa vida são flores.
Sou médica especialista em luto há mais de 30 anos.

Conhecia cada teoria, cada protocolo, cada estudo…

E quando perdi meu pai, nada disso me preparou para a dor visceral de acordar e perceber que ele não estava mais ali.

Eu, que ensinava as pessoas a atravessarem o luto.

Mas em certo momento, percebi que estava lutando contra a dor, em vez de atravessá-la.

Estava tentando superar porque era isso que todos esperavam de mim.

Mas a dor não era minha inimiga. Era o meu amor que continuava vivo, sem saber para onde ir.

Você não perde a pessoa que você ama todos os dias. Você perdeu uma vez.

E sabe o que eu descobri depois de mais de 30 anos sentada do lado de pessoas em luto?

Que a morte tira a pessoa do tempo concreto, do mundo onde você podia vê-la, tocá-la, ligar para ela…
Meu nome é Ana Claudia Quintana Arantes. Sou médica geriatra.

Faz mais de 30 anos que falo sobre morte.

Escrevi livros sobre isso, entre eles "A morte é um dia que vale a pena viver", que se tornou um best-seller e mudou a forma como muita gente enxerga a finitude.

Fui convidada para palestrar em hospitais, universidades e eventos de saúde mental em todo o país.

Publiquei artigos em revistas especializadas.

Criei a Casa do Cuidar, uma organização sem fins lucrativos que atua no Brasil e em Portugal ensinando e praticando cuidados paliativos para quem está no fim da vida.

Mas ela não tira a pessoa do seu tempo interior, do mundo da memória e do significado.

O amor daquela relação não desaparece.

A experiência vivida não sai da sua vida.

Você não perde o amor que viveu porque a pessoa que você amava morreu.

E quando você entende isso, a dor não some, mas ela muda de lugar dentro de você.
A saudade para de ser o que te puxa para baixo e começa a se transformar em serenidade.

Se a gente sofre é porque a gente foi feliz com essa pessoa.

E voltar a sentir alegria não é trair quem você perdeu. É a maior homenagem que você pode prestar a ela.

Se você perdeu alguém que amava e ainda carrega esse peso no peito sem saber como atravessar...

Se você acorda toda madrugada e a dor aparece antes mesmo de você estar totalmente acordado(a)...

Se você sente culpa toda vez que ri, se tem medo das datas que se aproximam no calendário, se ouviu "seja forte" tantas vezes que não aguenta mais fingir que está tudo bem...

Então essa carta foi escrita para você.
Ao longo desses anos, eu perdi minha mãe.

Perdi minha irmã.

Perdi uma grande amiga.

Vivi o luto da pandemia, que foi um luto múltiplo, de muitas pessoas ao mesmo tempo.

E de 0 a 10, a dor que senti para cada uma dessas perdas foi 10, dentro daquela experiência.

Mas uma em específico ficou gravada num lugar muito particular dentro de mim.

Um tempo depois de perder meu pai, eu estava atendendo um paciente e de repente fui sequestrada por uma dor e uma vontade louca de chorar.

Arrebatada por uma dor e uma vontade louca de chorar que eu mal gaguejei, pedi licença e saí correndo para o banheiro mais longe do consultório que eu consegui achar.

Porque eu tinha que gritar.

Era uma dor tão alucinante que eu precisava gritar dentro do banheiro, e eu não sabia como lidar com isso, porque não sabia de onde vinha, não sabia o que desencadeava.

Eu era médica especialista em luto. E mesmo assim, a dor do luto me fez correr para um banheiro gritar.

Aos poucos, fui conseguindo identificar o que me levava para a dor.

E aí eu percebi: quanto menos eu lutava, mais rápido eu saía.

Você fica tentando controlar o choro, tentando se consolar, alguém fica tentando te consolar…

Eu entendo isso. Eu passei por isso.

E às vezes o que você precisa é de alguém que segure sua mão para você não se afogar nessa correnteza enlouquecedora.

Pelo motivo que todo mundo pergunta por que dói.

Mas quase ninguém pergunta para que dói.

Meu nome é Ana Claudia Quintana Arantes. Sou médica geriatra.

Faz mais de 30 anos que falo sobre morte.

Escrevi livros sobre isso, entre eles "A morte é um dia que vale a pena viver", que se tornou um best-seller e mudou a forma como muita gente enxerga a finitude.

Fui convidada para palestrar em hospitais, universidades e eventos de saúde mental em todo o país.

Publiquei artigos em revistas especializadas.

Criei a Casa do Cuidar, uma organização sem fins lucrativos que atua no Brasil e em Portugal ensinando e praticando cuidados paliativos para quem está no fim da vida.

Ela ficou atônita.

Alguns meses depois, ela voltou ao consultório.

Outra mulher. De costas retas, cuidada, bonita.

Quando ela se lembrou dos 18 anos que tinha enterrado junto com o filho naquele dia, o coração que estava destruído começou a se renovar.

Foi aí que eu entendi, com toda a clareza, o que a pergunta para que dói é capaz de fazer.

A dor do luto não é um lugar para ficar.

É como se você entrasse numa caverna.

E é uma caverna escura que não tem outro caminho, não dá para você ir por trás e subir a montanha para chegar do outro lado…

Você tem que ir por dentro.

E nesta trilha dentro da caverna você vai encontrar pistas da história que vão te mostrar onde está a alegria que você sentia quando encontrava a pessoa amada.

Porque o caminho não anda, quem anda somos nós.

E foi a partir disso que eu construí o que trago hoje nesta carta. E você sabe bem do que estou falando…

Mas nem tudo nessa vida são flores.
Certa vez chegou no meu consultório uma senhora.
Ela chegou junto dos familiares, numa postura de extremo sofrimento.
Quando sentou na minha frente, começamos:
“Que que eu posso te ajudar?”

Não pode me ajudar em nada, ela me respondeu seca.

“Do que você precisa?”

— Eu preciso do meu filho de volta. Ele morreu num acidente quando tinha 18 anos.
Sabe quanto tempo fazia isso? 20 anos.

Ela tinha passado 20 anos com a cena da morte do filho ocupando tudo. E enterrou junto, sem perceber, os 18 anos que viveu com ele.

Aí eu comecei a conversar com ela sobre outro assunto.

Falei que demora 6 anos para terminar medicina, mais 4 para a residência, mais 2 de pós-graduação…

Ela foi fazendo as contas:
“18 anos é bastante tempo. O que a senhora aprendeu com seu filho nesses 18 anos que esteve com ele?”

— Aprendi alegria. Meu filho era muito alegre, me ensinou a ser mãe, gostava de dançar, sempre me tirava para dançar… Ele era muita alegria.

“18 anos com um professor particular de alegria, e a senhora acha que não aprendeu nada sobre isso?”
E tem a definição do luto que a psiquiatria inventou, que coloca lá duas semanas como prazo.

Mas eu costumo dizer que quem escreveu isso não entende o que é amor.

Falar que só dói duas semanas serve para prescrever remédio a partir de duas semanas, mas não serve para compreender a importância do amor que existia entre você e a pessoa que você perdeu.

Aí quando você chega nessas duas semanas, nesse mês, nesse ano, e a dor ainda está lá, você começa a achar que está errada.

Que está fraca, que está doente…

E aí a dor vai ficando.

Porque quando ninguém reconhece o tamanho do que você está sentindo, ela não tem para onde ir, então fica.
Ao longo desses anos, eu perdi minha mãe.

Perdi minha irmã.

Perdi uma grande amiga.

Vivi o luto da pandemia, que foi um luto múltiplo, de muitas pessoas ao mesmo tempo.

E de 0 a 10, a dor que senti para cada uma dessas perdas foi 10, dentro daquela experiência.

Mas uma em específico ficou gravada num lugar muito particular dentro de mim.

Um tempo depois de perder meu pai, eu estava atendendo um paciente e de repente fui sequestrada por uma dor e uma vontade louca de chorar.

Arrebatada por uma dor e uma vontade louca de chorar que eu mal gaguejei, pedi licença e saí correndo para o banheiro mais longe do consultório que eu consegui achar.

Porque eu tinha que gritar.

Era uma dor tão alucinante que eu precisava gritar dentro do banheiro, e eu não sabia como lidar com isso, porque não sabia de onde vinha, não sabia o que desencadeava.

Eu era médica especialista em luto. E mesmo assim, a dor do luto me fez correr para um banheiro gritar.

Aos poucos, fui conseguindo identificar o que me levava para a dor.

E aí eu percebi: quanto menos eu lutava, mais rápido eu saía.

Você fica tentando controlar o choro, tentando se consolar, alguém fica tentando te consolar…

Eu entendo isso. Eu passei por isso.

E às vezes o que você precisa é de alguém que segure sua mão para você não se afogar nessa correnteza enlouquecedora.

Pelo motivo que todo mundo pergunta por que dói.

Mas quase ninguém pergunta para que dói.

Como escrevi no início…
A nossa cultura é uma cultura imatura que não sabe lidar com o sofrimento das outras pessoas.

Desde que você perdeu quem amava, o mundo foi chegando com respostas prontas:
"Dois dias de licença e vamos trabalhar."
"Você tem que reagir."
"Já passou tempo suficiente."
"Seja forte."
"Deus quis assim."
"Está num lugar melhor."
Certa vez chegou no meu consultório uma senhora.
Ela chegou junto dos familiares, numa postura de extremo sofrimento.
Quando sentou na minha frente, começamos:
"Mas a sua mãe já era idosa."
"Mas ela já tinha 90 anos."
"Mas era previsto.”
"Por que você está sofrendo tanto?"
“Que que eu posso te ajudar?”

Não pode me ajudar em nada, ela me respondeu seca.

“Do que você precisa?”

— Eu preciso do meu filho de volta. Ele morreu num acidente quando tinha 18 anos.
Sabe o que acontece quando a dor não é reconhecida?
Sabe quanto tempo fazia isso? 20 anos.

Ela tinha passado 20 anos com a cena da morte do filho ocupando tudo. E enterrou junto, sem perceber, os 18 anos que viveu com ele.

Aí eu comecei a conversar com ela sobre outro assunto.

Falei que demora 6 anos para terminar medicina, mais 4 para a residência, mais 2 de pós-graduação…

Ela foi fazendo as contas:
Ela precisa gritar mais alto para mostrar que existe.

O que pode estar te impedindo de conviver o luto com serenidade é que você nunca teve um espaço onde a sua dor fosse reconhecida pelo tamanho exato que ela tem.

Onde alguém olhasse para você e dissesse: dói muito, e isso é legítimo, é direito seu sentir essa dor.

Onde ninguém te pedisse para reagir, superar, ser forte ou “pensar positivo”.

Você precisa entender onde está a alegria que você sentia quando estava com aquela pessoa.

E ela não está onde você acha que está.

Não está na pessoa que se foi.

Não está nos objetos dela, não está na cadeira vazia, não está no lado da cama que ficou frio…

O coração que acelerava quando você a via, o olhinho que brilhava, a respiração que mudava, a sensação de segurança que tomava conta do corpo…

Tudo isso não acontecia lá fora.

Acontecia dentro de você.

É o seu coração que acelerava. É dentro de você que aquilo morava (e ainda mora).
“18 anos é bastante tempo. O que a senhora aprendeu com seu filho nesses 18 anos que esteve com ele?”

— Aprendi alegria. Meu filho era muito alegre, me ensinou a ser mãe, gostava de dançar, sempre me tirava para dançar… Ele era muita alegria.

“18 anos com um professor particular de alegria, e a senhora acha que não aprendeu nada sobre isso?”
Você não perde a pessoa que você ama todos os dias.
Ela ficou atônita.

Alguns meses depois, ela voltou ao consultório.

Outra mulher. De costas retas, cuidada, bonita.

Quando ela se lembrou dos 18 anos que tinha enterrado junto com o filho naquele dia, o coração que estava destruído começou a se renovar.

Foi aí que eu entendi, com toda a clareza, o que a pergunta para que dói é capaz de fazer.

A dor do luto não é um lugar para ficar.

É como se você entrasse numa caverna.

E é uma caverna escura que não tem outro caminho, não dá para você ir por trás e subir a montanha para chegar do outro lado…

Você tem que ir por dentro.

E nesta trilha dentro da caverna você vai encontrar pistas da história que vão te mostrar onde está a alegria que você sentia quando encontrava a pessoa amada.

Porque o caminho não anda, quem anda somos nós.

E foi a partir disso que eu construí o que trago hoje nesta carta. E você sabe bem do que estou falando…

Você perdeu uma vez.
Mas a nossa cabeça repete a notícia todos os dias, como se aquele dia nunca tivesse terminado.

E aí muita gente tenta fugir.














Se joga no trabalho, nas crianças, na correria…

Só que fugir também não é uma ideia. Se distrair dessa dor também não é uma ideia.

A notícia vai continuar lá quando a distração acabar.

Você precisa olhar para dentro e encontrar o que aquela pessoa despertava em você.

E usar isso, aos poucos, devagarinho, para voltar a viver.

O luto pode ser conduzido. E conduzir é muito diferente de tratar, porque luto não é doença.

Quase ninguém conversa sobre isso antes da morte acontecer.

Não conversa sobre luto, não conversa sobre perda, não conversa sobre morte.

E aí, quando chega a hora, é como se você começasse uma longa peregrinação sem saber nem por onde vai o caminho.

Tem um caminho famoso que se chama Caminho de Santiago.

O Caminho de Santiago é um caminho sagrado que tem vários locais de partida, e todos esses locais de partida chegam na Igreja de Santiago.

Os peregrinos que saem de vários lugares para chegar nesse Santuário escolhem o caminho de acordo com o tempo que eles têm disponível para caminhar.

Quem tem 30, 60 dias vai por um caminho mais longo.

Quem tem 10, 15 dias vai por um caminho mais curto.
Como escrevi no início…
A nossa cultura é uma cultura imatura que não sabe lidar com o sofrimento das outras pessoas.

Desde que você perdeu quem amava, o mundo foi chegando com respostas prontas:
"Dois dias de licença e vamos trabalhar."
"Você tem que reagir."
"Já passou tempo suficiente."
"Seja forte."
"Deus quis assim."
"Está num lugar melhor."
Não importa, você escolhe o ponto de partida e sabe exatamente onde vai chegar.

E ainda assim, a bolha que vai aparecer no seu pé, você só terá caminhando.

O luto é assim.

Se a gente vai fazer uma viagem para um lugar desconhecido, ajuda muito saber o que é esse lugar antes de chegar.
Porque aí, quando a bolha aparecer, quando a correnteza bater e quando o peso nos ombros ficar insuportável, você saberá que isso faz parte do processo.

E você sabe, mais ou menos, por onde está a saída.

Se a gente sofre é porque a gente foi feliz com essa pessoa.

E quem aprendeu isso consegue atravessar a dor de um jeito diferente.











Não sem dor, mas com boas companhias na travessia.

Foi com tudo isso que eu construí algo que quero te apresentar agora.

Eu passei 30 anos sentada do lado de pessoas em luto.

Ouvi histórias de dor que o mundo não queria ouvir.
Vi gente que achava que nunca mais ia conseguir respirar aprender, aos poucos, a voltar a viver.

E foi por isso que eu criei o programa Como Lidar com o Luto.












Um projeto que te ensina a atravessar o luto sem te pedir para superar, para esquecer ou para ter um prazo, com a condução de uma médica que perdeu pai, mãe, irmã e amigos, e que aprendeu, da forma mais difícil que existe, que voltar a viver não é trair quem você perdeu.

Você terá um caminho para atravessar os dias em que olha para uma foto e não sabe o que fazer com o que sente.

Um caminho para as madrugadas difíceis, para as datas que se aproximam no calendário, para os momentos em que a culpa aparece quando você ri.

Um caminho que respeita o seu tempo e o tamanho do seu amor.

E em algum momento, num dia que você não conseguirá prever, voltará a sentir que na sua vida existe cor novamente.

Não importa se você já tentou terapia e não conseguiu continuar.
Não importa se a perda foi há duas semanas ou há dez anos.

Não importa se você acha que não tem energia para fazer nada agora.

O luto não tem prazo, e o caminho que você irá escolher dentro do programa também não.

Ele foi feito para quem já tentou atravessar essa dor mas não consegue parar de sofrer.

Para quem tem medo de nunca mais conseguir ser feliz.

Que sente tristeza, solidão e desânimo, e não sabe como lidar com isso sem mais ninguém perguntar como está.

Para quem está acompanhando alguém que está no fim da vida e já sente a falta antes da hora, sem saber o que fazer com esse luto que começou cedo demais.

E para quem não está sofrendo agora, mas decidiu aprender como o avião funciona antes de entrar na tempestade.

Em resumo, o curso Como Lidar com o Luto é para todos aqueles que desejam aprender a atravessar essa dor de um jeito que respeita o amor que sentiram, sem prazo, sem julgamento e sem precisar fingir que está tudo bem antes da hora.

A prova disso são pessoas como a Cristina Jucá, que havia perdido seu filho em consequência da Covid:
E tem a definição do luto que a psiquiatria inventou, que coloca lá duas semanas como prazo.

Mas eu costumo dizer que quem escreveu isso não entende o que é amor.

Falar que só dói duas semanas serve para prescrever remédio a partir de duas semanas, mas não serve para compreender a importância do amor que existia entre você e a pessoa que você perdeu.

Aí quando você chega nessas duas semanas, nesse mês, nesse ano, e a dor ainda está lá, você começa a achar que está errada.

Que está fraca, que está doente…

E aí a dor vai ficando.

Porque quando ninguém reconhece o tamanho do que você está sentindo, ela não tem para onde ir, então fica.
"Mas a sua mãe já era idosa."
"Mas ela já tinha 90 anos."
"Mas era previsto.”
"Por que você está sofrendo tanto?"
Sabe o que acontece quando a dor não é reconhecida?
Ela precisa gritar mais alto para mostrar que existe.

O que pode estar te impedindo de conviver o luto com serenidade é que você nunca teve um espaço onde a sua dor fosse reconhecida pelo tamanho exato que ela tem.

Onde alguém olhasse para você e dissesse: dói muito, e isso é legítimo, é direito seu sentir essa dor.

Onde ninguém te pedisse para reagir, superar, ser forte ou “pensar positivo”.

Você precisa entender onde está a alegria que você sentia quando estava com aquela pessoa.

E ela não está onde você acha que está.

Não está na pessoa que se foi.

Não está nos objetos dela, não está na cadeira vazia, não está no lado da cama que ficou frio…

O coração que acelerava quando você a via, o olhinho que brilhava, a respiração que mudava, a sensação de segurança que tomava conta do corpo…

Tudo isso não acontecia lá fora.

Acontecia dentro de você.

É o seu coração que acelerava. É dentro de você que aquilo morava (e ainda mora).
Você não perde a pessoa que você ama todos os dias.
Você perdeu uma vez.
“O curso funcionou pra mim que nem um potente analgésico para tirar a dor imensa do momento.”
Mas a nossa cabeça repete a notícia todos os dias, como se aquele dia nunca tivesse terminado.

E aí muita gente tenta fugir.














Se joga no trabalho, nas crianças, na correria…

Só que fugir também não é uma ideia. Se distrair dessa dor também não é uma ideia.

A notícia vai continuar lá quando a distração acabar.

Você precisa olhar para dentro e encontrar o que aquela pessoa despertava em você.

E usar isso, aos poucos, devagarinho, para voltar a viver.

O luto pode ser conduzido. E conduzir é muito diferente de tratar, porque luto não é doença.

Quase ninguém conversa sobre isso antes da morte acontecer.

Não conversa sobre luto, não conversa sobre perda, não conversa sobre morte.

E aí, quando chega a hora, é como se você começasse uma longa peregrinação sem saber nem por onde vai o caminho.

Tem um caminho famoso que se chama Caminho de Santiago.

O Caminho de Santiago é um caminho sagrado que tem vários locais de partida, e todos esses locais de partida chegam na Igreja de Santiago.

Os peregrinos que saem de vários lugares para chegar nesse Santuário escolhem o caminho de acordo com o tempo que eles têm disponível para caminhar.

Quem tem 30, 60 dias vai por um caminho mais longo.

Quem tem 10, 15 dias vai por um caminho mais curto.
E a Luciana Flores, que há quase 9 anos acompanhava sua mãe que possuía uma doença degenerativa:
“A gente acaba tendo mais instrumentos para lidar com esse processo do luto. Aceitar e entender todas as fases, e ser amoroso com a gente mesmo”
Para isso, você terá um caminho claro, dividido em fases, no programa Como Lidar Com o Luto:











Primeiro, você vai entender o vínculo que perdeu.

Por que sofre tanto, o que aquela pessoa despertava em você, e por que esses sentimentos ainda estão dentro de você, esperando para serem reencontrados…

Mudando completamente a forma como você olha para a sua própria dor.

Depois, você vai entender o vínculo que perdeu.


Por que sofre tanto, o que aquela pessoa despertava em você, e por que esses sentimentos ainda estão dentro de você, esperando para serem reencontrados…

Mudando completamente a forma como você olha para a sua própria dor.

A partir daí, a saudade irá ganhar um caminho.

Ela aparece na música que toca no mercado, no cheiro que some das roupas, num detalhe do dia que ninguém mais vai entender.

Você vai saber o que fazer com ela, sem fugir e sem se afogar, até ela começar, devagarinho, a mudar de lugar dentro de você.

Junto com isso, entenderá como enfrentar a ausência.

A cadeira vazia, o telefone que não toca mais, o café da manhã pra uma pessoa só…

Você vai encontrar maneiras de honrar as memórias de quem foi embora, sem sentir que reorganizar a vida é uma traição.
E aos poucos, você vai começar a enxergar o que ninguém te contou: que dentro do luto existe uma transformação acontecendo.

Os momentos de renovação que surgem mesmo depois da maior dor. A cicatriz e o florescer coexistindo.
Depois disso, chega a hora de tomar as rédeas.
De entender que a vida que vem não é a de antes, porque essa não existe mais. E de começar a construir uma nova com consciência, em vez de só deixar o tempo passar.

Você também vai compreender que o luto não acaba num dia, ele se integra à vida e fica.

Mas o que eu vou te mostrar é que que conviver com essa presença, sem que ela consuma tudo que você tem, e sem precisar fingir que está bem quando não está, é plenamente possível.

Por fim, você vai descobrir como a saudade, que hoje pesa, pode se transformar numa força de conexão e amor.

A dor que você sente é real e é legítima.

E existe um caminho para atravessá-la sem precisar apagar nada do que foi, sem pressa e sem prazo.

Não importa, você escolhe o ponto de partida e sabe exatamente onde vai chegar.

E ainda assim, a bolha que vai aparecer no seu pé, você só terá caminhando.

O luto é assim.

Se a gente vai fazer uma viagem para um lugar desconhecido, ajuda muito saber o que é esse lugar antes de chegar.
Porque aí, quando a bolha aparecer, quando a correnteza bater e quando o peso nos ombros ficar insuportável, você saberá que isso faz parte do processo.

E você sabe, mais ou menos, por onde está a saída.

Se a gente sofre é porque a gente foi feliz com essa pessoa.

E quem aprendeu isso consegue atravessar a dor de um jeito diferente.











Não sem dor, mas com boas companhias na travessia.

Foi com tudo isso que eu construí algo que quero te apresentar agora.

Eu passei 30 anos sentada do lado de pessoas em luto.

Ouvi histórias de dor que o mundo não queria ouvir.
Vi gente que achava que nunca mais ia conseguir respirar aprender, aos poucos, a voltar a viver.

E foi por isso que eu criei o programa Como Lidar com o Luto.












Um projeto que te ensina a atravessar o luto sem te pedir para superar, para esquecer ou para ter um prazo, com a condução de uma médica que perdeu pai, mãe, irmã e amigos, e que aprendeu, da forma mais difícil que existe, que voltar a viver não é trair quem você perdeu.

Você terá um caminho para atravessar os dias em que olha para uma foto e não sabe o que fazer com o que sente.

Um caminho para as madrugadas difíceis, para as datas que se aproximam no calendário, para os momentos em que a culpa aparece quando você ri.

Um caminho que respeita o seu tempo e o tamanho do seu amor.

E em algum momento, num dia que você não conseguirá prever, voltará a sentir que na sua vida existe cor novamente.

Não importa se você já tentou terapia e não conseguiu continuar.
Não importa se a perda foi há duas semanas ou há dez anos.

Não importa se você acha que não tem energia para fazer nada agora.

O luto não tem prazo, e o caminho que você irá escolher dentro do programa também não.

Ele foi feito para quem já tentou atravessar essa dor mas não consegue parar de sofrer.

Para quem tem medo de nunca mais conseguir ser feliz.

Que sente tristeza, solidão e desânimo, e não sabe como lidar com isso sem mais ninguém perguntar como está.

Para quem está acompanhando alguém que está no fim da vida e já sente a falta antes da hora, sem saber o que fazer com esse luto que começou cedo demais.

E para quem não está sofrendo agora, mas decidiu aprender como o avião funciona antes de entrar na tempestade.

Em resumo, o curso Como Lidar com o Luto é para todos aqueles que desejam aprender a atravessar essa dor de um jeito que respeita o amor que sentiram, sem prazo, sem julgamento e sem precisar fingir que está tudo bem antes da hora.

A prova disso são pessoas como a Cristina Jucá, que havia perdido seu filho em consequência da Covid:
Você não precisa fazer isso sozinha…
“O curso funcionou pra mim que nem um potente analgésico para tirar a dor imensa do momento.”
E a Luciana Flores, que há quase 9 anos acompanhava sua mãe que possuía uma doença degenerativa:
“A gente acaba tendo mais instrumentos para lidar com esse processo do luto. Aceitar e entender todas as fases, e ser amoroso com a gente mesmo”
Para isso, você terá um caminho claro, dividido em fases, no programa Como Lidar Com o Luto:











Primeiro, você vai entender o vínculo que perdeu.

Por que sofre tanto, o que aquela pessoa despertava em você, e por que esses sentimentos ainda estão dentro de você, esperando para serem reencontrados…

Mudando completamente a forma como você olha para a sua própria dor.

Depois, você vai entender o vínculo que perdeu.


Por que sofre tanto, o que aquela pessoa despertava em você, e por que esses sentimentos ainda estão dentro de você, esperando para serem reencontrados…

Mudando completamente a forma como você olha para a sua própria dor.

A partir daí, a saudade irá ganhar um caminho.

Ela aparece na música que toca no mercado, no cheiro que some das roupas, num detalhe do dia que ninguém mais vai entender.

Você vai saber o que fazer com ela, sem fugir e sem se afogar, até ela começar, devagarinho, a mudar de lugar dentro de você.

Junto com isso, entenderá como enfrentar a ausência.

A cadeira vazia, o telefone que não toca mais, o café da manhã pra uma pessoa só…

Você vai encontrar maneiras de honrar as memórias de quem foi embora, sem sentir que reorganizar a vida é uma traição.










Eu penso nas pessoas que chegam até mim carregando um peso que já dura meses, às vezes anos.

Sofrendo sozinhas porque não encontraram um caminho acessível para atravessar essa dor.
CLIQUE AQUI
E somente através desta carta, você poderá entrar no programa Como Lidar Com o Luto por apenas:
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12x de
ou 597 à vista
Clique no botão que está aparecendo na parte de baixo desta página e garanta o seu acesso agora.
E aos poucos, você vai começar a enxergar o que ninguém te contou: que dentro do luto existe uma transformação acontecendo.

Os momentos de renovação que surgem mesmo depois da maior dor. A cicatriz e o florescer coexistindo.
Depois disso, chega a hora de tomar as rédeas.
De entender que a vida que vem não é a de antes, porque essa não existe mais. E de começar a construir uma nova com consciência, em vez de só deixar o tempo passar.

Você também vai compreender que o luto não acaba num dia, ele se integra à vida e fica.

Mas o que eu vou te mostrar é que que conviver com essa presença, sem que ela consuma tudo que você tem, e sem precisar fingir que está bem quando não está, é plenamente possível.

Por fim, você vai descobrir como a saudade, que hoje pesa, pode se transformar numa força de conexão e amor.

A dor que você sente é real e é legítima.

E existe um caminho para atravessá-la sem precisar apagar nada do que foi, sem pressa e sem prazo.

E não só isso:
Entrando para o programa hoje, você também terá acesso a 3 presentes especiais:
🎁 Presente 1: Acesso ao Workshop A Dor do Luto
Tem dias em que a dor aguda aparece do nada e você não sabe o que fazer com ela. Esse Workshop existe para esses momentos.

É um encontro prático onde você vai aprender como lidar com os momentos mais pesados do luto, para atravessar o dia quando a correnteza bater mais forte.
🎁 Presente 2: Aula sobre Luto do Suicídio com Luciana Rocha
Para quem perdeu alguém por suicídio, o luto carrega uma camada que a maioria das pessoas não sabe acolher: a culpa do "por que eu não percebi?", a sensação de que poderia ter evitado, o peso de uma morte que o mundo ainda tem dificuldade de entender.

Luciana Rocha é suicidologista e psicoterapeuta do luto, e nessa aula ela vai te dar validação e um caminho para atravessar essa dor também.

E tudo isso vem junto, sem custo adicional, quando você entra para o programa através desta carta.
Você não precisa fazer isso sozinha…










Eu penso nas pessoas que chegam até mim carregando um peso que já dura meses, às vezes anos.

Sofrendo sozinhas porque não encontraram um caminho acessível para atravessar essa dor.
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🎁 Presente 1: Acesso ao Workshop A Dor do Luto
Tem dias em que a dor aguda aparece do nada e você não sabe o que fazer com ela. Esse Workshop existe para esses momentos.

É um encontro prático onde você vai aprender como lidar com os momentos mais pesados do luto, para atravessar o dia quando a correnteza bater mais forte.
Quando você clicar no botão abaixo, será direcionado para a página de pagamentos da Hotmart, que é minha parceira e a plataforma mais segura de pagamentos do Brasil.

Lá você vai colocar os seus dados, o melhor e-mail e o método de pagamento.

Você pode pagar no Pix, cartão ou até dois cartões de crédito.

E porque eu sei que tomar uma decisão no meio do luto não é simples, você tem 7 dias de garantia.

7 dias para utilizar o programa e, se sentir que não era o que esperava, basta um e-mail para suporte@acqa.com.br para devolvermos 100% do seu investimento.

Eu só quero que você esteja aqui se esse caminho fizer sentido para você…
🎁 Presente 2: Aula sobre Luto do Suicídio com Luciana Rocha
Para quem perdeu alguém por suicídio, o luto carrega uma camada que a maioria das pessoas não sabe acolher: a culpa do "por que eu não percebi?", a sensação de que poderia ter evitado, o peso de uma morte que o mundo ainda tem dificuldade de entender.

Luciana Rocha é suicidologista e psicoterapeuta do luto, e nessa aula ela vai te dar validação e um caminho para atravessar essa dor também.

E tudo isso vem junto, sem custo adicional, quando você entra para o programa através desta carta.
“E como posso realizar minha inscrição?”
Quando você clicar no botão abaixo, será direcionado para a página de pagamentos da Hotmart, que é minha parceira e a plataforma mais segura de pagamentos do Brasil.

Lá você vai colocar os seus dados, o melhor e-mail e o método de pagamento.

Você pode pagar no Pix, cartão ou até dois cartões de crédito.

E porque eu sei que tomar uma decisão no meio do luto não é simples, você tem 7 dias de garantia.

7 dias para utilizar o programa e, se sentir que não era o que esperava, basta um e-mail para suporte@acqa.com.br para devolvermos 100% do seu investimento.

Eu só quero que você esteja aqui se esse caminho fizer sentido para você…
Então, vamos resumir o que você está levando:
Você terá acesso ao programa Como Lidar Com o Luto, com aulas gravadas por mim onde entenderá:

  • O que está acontecendo com você

  • Como lidar com a saudade e com a ausência

  • Como acessar ferramentas para os dias que mais doem

  • A saudade como recurso para intensificar a força de conexão e o amor.

Além disso, você recebe o Workshop A Dor do Luto, para os momentos em que a dor aguda aparece do nada e você não sabe o que fazer com ela.

E também a aula sobre Luto do Suicídio com Luciana Rocha, suicidologista e psicoterapeuta do luto, para quem perdeu alguém por suicídio e carrega uma camada de dor que a maioria das pessoas não sabe acolher.

Tudo isso por:
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Com 7 dias de garantia para você experimentar sem nenhum risco.

Clique no botão abaixo e faça sua inscrição.
Como falei, a caverna tem uma saída…
…mas você vai ter que ir por dentro.
Não prometo que vai ser fácil.

Mas prometo que você não precisa fazer isso sozinho(a).

Te espero lá dentro.

Ana Claudia Arantes


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